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Polícia Caso Lázaro

Lázaro era matador de aluguel e jagunço de uma organização que cometia vários crimes, afirma secretário

Agora, a investigação quer descobrir quem faz parte dessa quadrilha e quais crimes foram cometidos.

10/07/2021 09h50 Atualizada há 5 meses
Por: Redação Fonte: Notícia Paraíba
Lázaro era matador de aluguel e jagunço de uma organização que cometia vários crimes, afirma secretário

Após 10 dias da morte de Lázaro Barbosa, de 32 anos, apontado como suspeito de matar uma família inteira em Ceilândia, no Distrito Federal e cometer vários outros crimes, a polícia ainda segue investigando e tentando elucidar o caso.

Lázaro já tinha extensa ficha criminal, fugiu três vezes da prisão e era acusado de diversos crimes desde 2007. O fugitivo estava sendo procurado há 20 dias uma força-tarefa que reuniu quase 300 policiais, drones e vários cães farejadores e foi morto durante confronto com a polícia.

O secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, revelou detalhes das investigações do caso. Segundo ele, se no início Lázaro era tratado como um assassino em série, hoje a polícia já tem convicção de que ele era um matador de aluguel, que agia a mando de uma organização criminosa da região. 

"Ele era matador, jagunço dessa quadrilha. Não tira a psicopatia dele, não tira o caráter psicopata dele”, afirmou o secretário.

A polícia desconfia que um casal pode ter ajudado Lázaro Barbosa a se esconder durante 21 dias. Os dois, que foram presos, teriam espalhado pistas falsas para confundir a ação da polícia. Eles estariam dando suporte na fuga do criminoso e tentando despistar a polícia com pistas falsas. O casal também forneceria drogas a Lázaro.

"Na investigação, descobrimos que tinha um traficante da região, que inclusive era amigo de infância dele, que tudo indicava que estava fornecendo drogas pra ele por conta do trajeto que ele tomou", detalhou o secretário.

Além do casal, o fazendeiro Elmi Caetano também continua preso. A justiça aceitou a denúncia de que ele também teria ajudado Lázaro Barbosa. O fugitivo teria se escondido na fazenda de Elmi por pelo menos cinco dias, recebendo abrigo e alimentação.

A polícia também suspeita que a mulher de Lázaro teria ajudado na fuga.No celular dela, foram encontradas mensagens e ligações entre os dois. A mulher alega que as conversas ocorreram porque Lázaro queria ver a filha.

Agora, a investigação quer descobrir quem faz parte dessa quadrilha e quais crimes foram cometidos.

 

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