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Polícia Alta periculosidade

Líder de facção que morreu em confronto com a polícia na Paraíba respondia a 13 processos criminais

As investigações apuraram ainda que homicídios cometidos na região de Campina Grande, Esperança e Pombal tiveram a ordem de Raimundo Nonato.

13/08/2021 13h29 Atualizada há 1 mês
Por: Redação
Líder de facção que morreu em confronto com a polícia na Paraíba respondia a 13 processos criminais

Uma investigação da Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), localizou o paradeiro de um dos criminosos mais perigosos do estado, investigado por crimes de roubo a bancos, tráfico de drogas, homicídio e associação criminosa. No total, ele respondia a 13 processos judiciais na esfera criminal.

A operação foi deflagrada na zona rural de Pombal, pela DRACO e a 3ª Superintendência de Polícia Civil, com o apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.  

O principal alvo da investigação foi Raimundo Nonato da Costa, 57 anos. Ele estava na companhia de um irmão e atirou contra os policiais, no momento em que se viu sob o cerco da operação. O criminoso acabou alvejado e não resistiu aos ferimentos. O irmão dele conseguiu fugir.

Durante as diligências, os policiais apreenderam um revólver, um pistola e munições, além de aproximadamente cinco quilos de maconha e três radiocomunicadores. A companheira do homem que fugiu foi autuada por tráfico de drogas.

“Trata-se de um indivíduo bastante perigoso que nós já vínhamos investigando há um bom tempo, percorrendo vários municípios. Inclusive, por vezes, ele costumava dormir em cabanas no mato, para não ser pego pela polícia. Chegava a intimidar até traficantes, impondo determinações severas, punindo com a morte os que não cumprissem as suas ordens”, disse o delegado Diego Beltrão. 

Em uma das diligências feitas durante as investigações, no mês de junho, o Grupamento Tático Aéreo (GTA) sobrevoou o sítio Malhada de Roça, no município de São João do Cariri,  um dos locais onde Nonato costumava se esconder. 

As investigações apuraram ainda que homicídios cometidos na região de Campina Grande, Esperança e Pombal tiveram a ordem de Raimundo Nonato.

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