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Medidas restritivas podem ser retomadas devido ao aumento dos casos de Covid na Paraíba, diz governador

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, atualmente, a Paraíba tem 23% dos leitos de (UTI) para adultos ocupados em unidades de saúde do estado. Há algumas semanas, essa ocupação era entre 10% e 12%.

12/01/2022 13h00 Atualizada há 1 semana
Por: Redação Fonte: Notícia Paraíba
Medidas restritivas podem ser retomadas devido ao aumento dos casos de Covid na Paraíba, diz governador

Os casos de Covid-19 tem aumentado nos últimos dias na Paraíba, e consequentemente, a ocupação dos leitos de tratamento para a doença tem crescido e devido a esse fator, as medidas restritivas podem ser retomadas no estado.

A informação foi revelada pelo governador da Paraíba, João Azevêdo, nesta quarta-feira (12), em entrevista concedida a imprensa, e segundo o chefe do executivo, a atual situação da pandemia é preocupante e caso os números não voltem a diminuir e se houver necessidade, as medidas restritivas deverão ser estabelecidas novamente.

“Nosso maior objetivo é proteger a população e o aumento que constatamos a cada semana é muito preocupante, já que estamos com mais de 20% de ocupação dos leitos destinados ao tratamento da doença”, explicou.

Segundo dados do boletim emitido nessa terça-feira (11), pela  Secretaria de Estado da Saúde, atualmente, a Paraíba tem 23% dos leitos de (UTI) para  adultos ocupados em unidades de saúde do estado.

Há algumas semanas, essa ocupação era entre 10% e 12%, coforme levantamento feito pelo Notícia Paraíba.

Já em relação aos a Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 37%. Em Campina Grande, estão ocupados 11% dos leitos e no Sertão, 28%.

O último decreto do Governo do Estado foi publicado no dia 4 de janeiro e conforme o documento, a ampliação da capacidade de público foi ampliada para 80% em alguns setores como bares e restaurantes, sem limitação de horário. A apresentação do comprovante de vacinação contra a Covid-19 é exigida nesses e em outros estabelecimentos.

O decreto é válido de 1º a 30 de janeiro.

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