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Líder de facção é preso suspeito de comandar homicídios e desaparecimentos em João Pessoa

Entre os desaparecimentos investigados está o do cabo César, da Polícia Militar, que foi visto pela última vez em 12 de fevereiro de 2026.

Redação
Por: Redação Fonte: Notícia Paraíba
08/10/2026 às 07h49
Líder de facção é preso suspeito de comandar homicídios e desaparecimentos em João Pessoa

Um homem apontado pela Polícia Civil como líder de uma facção criminosa foi preso durante uma operação realizada nessa quarta-feira (7), em João Pessoa. Conhecido como “Juninho Cavanhaque”, ele é investigado por suposta participação em crimes violentos na região da Comunidade Irmã Dulce e áreas próximas.

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A operação foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e a UNINTELPOL.

Segundo o delegado Hector Azevedo, a organização criminosa é investigada por aproximadamente 12 homicídios e desaparecimentos. Alguns dos casos teriam sido praticados com extrema violência e envolvem suspeitas de decapitações, ocultação de cadáveres e outros métodos de execução.

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Entre os desaparecimentos investigados está o do cabo César, da Polícia Militar, que foi visto pela última vez em 12 de fevereiro de 2026.

De acordo com o delegado, as investigações apontam que os homicídios e desaparecimentos teriam ocorrido dentro de um mesmo contexto e estariam relacionados à atuação da mesma organização criminosa.

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Ao todo, a Justiça expediu 16 mandados de prisão e 13 mandados de busca e apreensão no âmbito da operação.

As investigações também apontam que o grupo teria estabelecido uma estrutura de domínio territorial e social na região, com divisão de funções entre os integrantes e mecanismos utilizados para dificultar a atuação das forças de segurança.

Segundo a Polícia Civil, os investigados teriam utilizado ameaças, violência armada e sistemas clandestinos de monitoramento para controlar a movimentação de moradores, intimidar a população e afastar pessoas consideradas contrárias aos interesses da organização.

As investigações continuam para esclarecer os homicídios, desaparecimentos e demais crimes atribuídos ao grupo, além de individualizar a participação de cada suspeito nos fatos.

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